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Índice Blask em dezembro: picos globais e exceções surpreendentes
Apesar do padrão forte mostrado pelos dados da Blask, o último mês do ano ainda pode ser o pior.
Com a temporada de festas à portas, é fácil assumir que dezembro é o pico natural do calendário de iGaming. O Índice Blask em dezembro, nos últimos três anos, reforça essa leitura; no entanto, em seis mercados ele cai na metade inferior. Em um deles, em média, é o mês mais fraco.
Posição do Índice Blask em dezembro
Nos 112 mercados que acompanhamos hoje, dezembro liderou o Índice Blask em 45 países em 2022, 56 em 2023 e 43 em 2024. Na média de 2022–24, ele aparece em primeiro em 68 mercados e fica entre os três primeiros em 93.
Porém apenas 15 mercados registraram pico de Índice Blask em cada dezembro dos últimos três anos, e nenhum deles está, hoje, entre os dez primeiros por CEB (Competitive Earning Baseline) nos 12 meses mais recentes. Os mais bem posicionados nesse grupo são as Filipinas e Bangladesh — os dois mercados asiáticos com picos consistentes em dezembro.
Seis desses mercados ficam na África: República Democrática do Congo, Camarões, Argélia, Ruanda, Malaui e Madagascar. A Europa contribui com cinco mercados: Grécia, Áustria, Romênia, Dinamarca e Bulgária. A América Latina tem dois: México e Venezuela.
Além disso, 34 mercados tiveram dezembros de pico em dois dos últimos três anos, espalhados por todas as regiões.

Onde o Índice Blask em dezembro fica abaixo do esperado
Surpreendentemente, nem todos os mercados europeus exibem um Índice Blask forte no último mês do ano. Em cinco países europeus — Espanha, Irlanda, Ucrânia, Noruega e Albânia — a média de dezembro no Índice Blask fica fora dos três melhores meses. Ainda mais notável: na Ucrânia e na Noruega, dezembro aparece no patamar inferior em relação aos demais meses.
Fora da Europa, apenas outros quatro países entram nessa categoria: Colômbia, Armênia, Uruguai e Paraguai. A Armênia se destaca como a mais fraca de todas: em média, dezembro fica em último lugar entre os 12 meses. A explicação combina a menor temporada turística com o Natal armênio em 6 de janeiro — e não em 25 de dezembro.
Além do clichê
Juntos, esses padrões confirmam a força estrutural de dezembro na maioria dos mercados; contudo, também mostram por que dados locais e planejamento específico do mercado importam muito mais do que qualquer clichê global sobre o fim do ano. Por isso, interpretar o Índice Blask em dezembro sempre exige contexto regional — não basta repetir regras universais.
A equipe Blask deseja aos nossos parceiros, clientes e a todos que acompanham nosso trabalho um dezembro produtivo e um forte começo para o ano que se inicia.